terça-feira, 28 de abril de 2015

Por que a Igreja cobra espórtulas e taxas?




Como meio de sustentação legítimo a espórtula não configura o comércio com as coisas sagradas

Espórtulas são os valores cobrados pela Igreja quando esta ministra alguns sacramentos (batismo, crisma e matrimônio), especialmente a Santa Missa por alguma intenção especial.

Em primeiro lugar, é preciso deixar bem claro que essa medida longe está de querer cobrar pelo sacramento ministrado. Cada um deles é impagável, porque custou o preço do Sangue precioso de Jesus para a nossa salvação. Os sete sacramentos brotaram do coração de Jesus transpassado pela lança na cruz. É por meio deles que as graças da salvação, conquistadas a nós por Cristo, chegam a nós, e isso é impagável.

Então, por que a Igreja cobra uma taxa para celebrar alguns deles?

A prática das espórtulas é inspirada no Novo Testamento e existe durante quase dois mil anos. Essa prática tem duplo sentido:

1) para quem oferece sua dádiva, é uma forma de participar, de maneira mais íntima, da oblação Eucarística e dos frutos desta. É expressão da fé e do amor com que tem acesso ao Pai por Cristo no Espírito Santo. Assim, as espórtulas se justificam como a expressão da fé e do amor dos fiéis que desejam participar mais intimamente dos frutos da Santa Missa.

2) para a Igreja é um meio de sustentação legítimo, baseado na tradição bíblica e que não se trata de simonia, isto é, de comércio com as coisas sagradas. Após o Concílio do Vaticano II (1962-1965), que fez um balanço da vida eclesial, considerando as suas necessidades, o Papa Paulo VI regulamentou as espórtulas da Missa, em 13/06/1974, quando publicou o Motu Próprio Firma in Traditione, em que dizia:

“É tradição firmemente estabelecida na Igreja que os fiéis, movidos por seu espírito religioso e seu senso eclesial, acrescentem ao sacrifício eucarístico um certo sacrifício pessoal, a fim de participar mais estritamente daquele. Atendem assim às necessidades da Igreja e, mais particularmente, à subsistência dos seus sacerdotes. Isto está de acordo com o espírito das palavras do Senhor: ‘o trabalhador merece o seu salário’ (Lc 10,7), palavras que São Paulo lembra em sua primeira carta a Timóteo (5,18) e na primeira aos Coríntios (9,7-14).
“O clero que, por seu trabalho, merece receber o necessário para se sustentar, deveria ter sua subsistência garantida por um sistema de financiamento independente de ofertas feitas por particulares ou pelos fiéis que peçam serviços religiosos”.

Depois disso, o assunto foi regulamentado também pelo Papa João Paulo II, em 22 de janeiro de 1991, no Decreto Sobre as Espórtulas, preparado pela Sagrada Congregação para o Clero. O Código de Direito Canônico, promulgado em 25/11/83, quando fala das espórtulas, diz, entre outras coisas:

Cânon 945 – § 1. “Segundo o costume aprovado pela Igreja, a qualquer sacerdote que celebra ou concelebra a Missa, é permitido receber a espórtula oferecida para que ele aplique a Missa segundo determinada intenção.
§ 2. Recomenda-se vivamente aos sacerdotes que, mesmo sem receber nenhuma espórtula, celebrem a Missa segundo a intenção dos fiéis, especialmente dos pobres.

Cânon 946 - Os fiéis que oferecem espórtula para que a Missa seja aplicada segundo suas intenções concorrem, com essa oferta, para o bem da Igreja e participam de seu empenho no sustento de seus ministros e obras.

Cânon 947 Deve-se afastar completamente das espórtulas de Missas até mesmo qualquer aparência de negócio ou comércio.

No início da Igreja, os cristãos, ao participarem da Santa Missa, levavam consigo dons naturais (pão, vinho, leite, frutas, mel etc.). Depois passou a se fazer doações também em dinheiro por ser mais prático. A Igreja, como uma sociedade também humana e inserida neste mundo, precisa de dinheiro para exercer a missão de pregar o Evangelho, confiada a ela pelo próprio Cristo, desde os tempos d’Ele. Os doze apóstolos tinham uma caixa comum (cf. Jo 12,6). Jesus aceitava que algumas mulheres os ajudassem com seus bens, entre elas, Maria Madalena, Joana, mulher de Cuza; Susana e várias outras (cf. Lc 8,1-3).

A primeira comunidade cristã em Jerusalém praticava a voluntária partilha de bens (cf. At 2,44; 5,1-6). Jesus elogiou a oblação da viúva no Tesouro do Templo: “Em verdade eu vos digo que esta viúva, que é pobre, lançou mais do que todos os que ofereceram moedas ao Tesouro. Pois todos os outros deram do que lhes sobrava; ela, porém, na sua penúria, ofereceu tudo o que tinha, tudo o que possuía para viver” (Mc 12,42-44).

E aqueles que não têm dinheiro para mandar celebrar a Santa Missa?

A Igreja reza diariamente por todas as grandes intenções e necessidades da humanidade (os doentes, os moribundos, os encarcerados, os falecidos etc.), também pelas almas do Purgatório em todas as Celebrações Eucarísticas. Assim, não há almas abandonadas no Purgatório por falta de dinheiro da parte dos familiares.

Quando todos os católicos pagarem o dízimo  que a Igreja não obriga que seja 10% do que a pessoa ganha, embora isso seja bom, então, certamente não será mais preciso cobrar taxas para a celebração dos sacramentos, como o batismo, o crisma e o matrimônio. Mas isso ainda não é comum; por isso a Igreja precisa das taxas para suas necessidades materiais.

O Código de Direito Canônico afirma:

Cânon 222 § 1. “Os fiéis têm obrigação de socorrer às necessidades da Igreja, a fim de que ela possa dispor do que é necessário para o culto divino, para as obras de apostolado e de caridade e para o honesto sustento dos ministros.”

O que o Catecismo da Igreja Católica diz no §2043: ” Os fiéis cristãos têm ainda a obrigação de atender, cada um segundo as suas capacidades, às necessidades materiais da Igreja”.




Felipe Aquino
É viuvo, pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”.






Conhece a estagnação espiritual?

 


É quando pensamos que chegamos a “algum lugar”, pensamos que já demos todas as nossas respostas e concluímos que já podemos gozar de todas as graças a nós concedida. Como se já houvéssemos dado todo o nosso “sim”. Grande tolice!

Quem vive vida cristã assim, já sabe que não chegou a lugar nenhum. Você entendeu?




Com orações,
Ricardo Sá







Eu sou o Pão da vida




“Eu sou o pão da vida. Quem crê em mim terá a vida eterna!”

Palavra meditada está no Evangelho João 6,42-48

Nesses dias, o Evangelho falou muito sobre esta passagem: “Eu sou o Pão da vida. Quem crê em mim terá a vida eterna”. Fiquei com essa Palavra no meu coração, pois Jesus diz: “Quem crê em mim tem a vida eterna!”. E o que é a vida eterna? É o cumprimento da promessa. Lá, não haverá choro, não haverá dor nem injustiças ou tantas outras coisas ruins que encontramos neste mundo. Deus ainda nos diz: “Eu sou o Pão da vida, quem vem a mim nunca mais sentirá fome ou sede”. Ou seja, quem está em Cristo não passará necessidade!

Esta passagem me fez olhar a vida com esperança. O mundo atual é apenas uma passagem. Fomos feitos para a vida eterna, para voltarmos a Deus, sermos d’Ele e estar com Ele. Fora do senhor, só nos perdemos e somos infelizes, ficamos batendo cabeça!

Meus irmãos, diante das lutas que você tem passado, tenha esperança! Creia em Deus, naquilo que Ele pode fazer. Espere n’Ele, mas espere crendo e não murmurando! Espere com esperança e não com o coração ansioso. Apenas espere. Ele nos criou, conhece-nos, sabe o que é melhor para nós.

Vamos viver esta vida já pensando que Deus preparou algo muito melhor no céu. Estamos no tempo da Páscoa, o tempo da passagem. Vamos pedir ao senhor a graça de vivermos bem aqui, para que, um dia, contemplemos a vida eterna que Ele quer nos dar.

Hoje, reze com este trecho do Evangelho, para que a Palavra de Deus lhe traga esperança naquilo que você vive: “Eu sou o pão da vida. Quem crê em mim terá a vida eterna!” ( Jo 6,42-48).






Seu irmão,
Wellington Jardim (Eto)
Cofundador da Comunidade Canção Nova e administrador da FJPII








A eficácia de clamar o Espírito Santo




O Espírito Santo repousa sobre nós para fazer a mesma coisa que fez no começo da criação

O Espírito do Senhor repousa sobre mim, porque o Senhor consagrou-me pela unção (Is 61,1a). Essa palavra “repousa” tem o mesmo significado do termo “pairar” que está em Gênesis: O Espírito de Deus pairava sobre o caos no começo da criação (Gn 1,2b). O Espírito Santo, ao pairar sobre o caos, fez dele um lugar de ordem e beleza. E a criação toda veio a partir disso. O pairar do Gênesis tem o mesmo sentido do repousar de Isaías.

O Espírito Santo repousa sobre nós para fazer a mesma coisa que fez lá no começo da criação. Tudo era um caos. Era tudo escuro, confuso. Então, Ele pousou sobre essa confusão, sujeira e desordem. E, pousando ali, transformou tudo. Pôs ordem em tudo. E da morte veio a vida. A criação surgiu dali. Infelizmente, cada um de nós é como esse caos, pois existe um caos dentro de nós. Muitas vezes, nós nem nos entendemos.

Tantas vezes, nossa vida se transforma em uma verdadeira desordem e, por causa disso, nossa cabeça não entende os nossos sentimentos e estes não entendem as coisas da nossa cabeça. Agimos pelos sentimentos e emoções e fazemos coisas erradas. Aí acontece o caos, porque somos criaturas humanas, feitas de barro e ainda não se completou a nossa criação. Por isso a necessidade de clamarmos o Espírito Santo para que repouse sobre nós e coloque ordem em todas as coisas.






Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova.








Santo do Dia - 28.04.2015




São Luís Maria Grignion de Montfort, devoto à Virgem Maria

Neste dia, nós contemplamos o fiel testemunho de Luís que, ao ser crismado, acrescentou ao seu prenome o nome de Maria, devido sua devoção à Virgem Maria, que permeou toda sua vida.

Nascido na França, no ano de 1673, de uma família muito numerosa, ele sentiu bem cedo o desejo de seguir o sacerdócio e assim percorreu o caminho dos estudos.

Como padre, São Luís começou a comunicar o Santo Evangelho e a levar o povo, através de suas missões populares, a viver Jesus pela intercessão e conhecimento de Maria. Foi grande pregador, homem de oração, amante da Santa Cruz, dos doentes e pobres; como bom escravo da Virgem Santíssima não foi egoísta e fez de tudo para ensinar a todos o caminho mais rápido, fácil e fascinante de unir-se perfeitamente a Jesus, que consistia na consagração total e liberal à Santa Maria.

São Luís já era um homem que praticava sacrifícios pela salvação das almas, e sua maior penitência foi aceitar as diversas perseguições que o próprio Maligno derramou sobre ele; tanto assim que foi a Roma para pedir ao Papa permissão para sair da França, mas este não lhe concedeu tal pedido. Na força do Espírito e auxiliado pela Mãe de Deus, que nunca o abandonara, São Luís evangelizou e combateu na França os jansenistas, os quais estavam afastando os fiéis dos sacramentos e da misericórdia do Senhor.

São Luís, que morreu em 1716, foi quem escreveu o “Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem”, que influencia ainda hoje, muitos filhos de Maria. Influenciou inclusive o saudoso Papa João Paulo II, que por viver o que São Luís nos partilhou, adotou como lema o Totus Tuus, Mariae, isto é, “Sou todo teu, ó Maria”.

São Luís Maria Grignion de Montfort, rogai por nós!




Homilia Diária - 28.04.2015


O testemunho dos seguidores de Cristo pode mudar o mundo

O testemunho dos seguidores de Cristo pode mudar o mundo! Que nenhum contra testemunho e nenhuma perseguição tirem do nosso coração o amor a Cristo Jesus!

“Em Antioquia os discípulos foram, pela primeira vez, chamados com o nome de cristãos” (At 11, 26).

A Palavra de Deus hoje, por intermédio dos Atos dos Apóstolos, nos ajuda a meditar e a acompanhar a ação evangélica e evangelizadora do apóstolo Paulo. E hoje olha mais de perto ainda a junção de Paulo e Barnabé, aquele que será um dos seus companheiros nesta missão apostólica de levar o Evangelho a todos os cantos da Terra. Por isso Barnabé foi primeiro enviado a Antioquia, um dos centros do mundo naquela época.

Quando Barnabé chegou a Antioquia, ele pregou com ousadia, com muita firmeza e autoridade a Palavra de Deus. Todos ficaram muito alegres e felizes com a pregação de dele, porque primeiro ele animava a todos; os animava para que permanecessem fiéis, para que não se entregassem ao desânimo e não se cansassem de ser seguidores e servidores do Cristo Jesus.

Depois de sair dali, Barnabé foi se encontrar com Paulo em Tarso; e os dois foram juntos para a Antioquia e ali trabalharam firmes por um ano inteiro naquela igreja, dando testemunho da fidelidade e do amor a Jesus Cristo, da alegria no serviço de quanto era bom ser discípulo e seguidor de Jesus Cristo. E assim vem uma grande graça, porque os outros começam a perceber o testemunho de vida deles [Paulo, Barnabé e cristãos], a coerência de vida, a alegria que eles têm, a disponibilidade, a intrepidez e a ousadia deles de anunciar o Evangelho. Então pela primeira vez, os discípulos de Jesus são chamados de “cristãos”, ou seja, são seguidores de Cristo, levam em si a marca de Cristo Jesus.

Ser cristão não é apenas um título; ser cristão é uma realidade, é a missão maior que todos nós recebemos, a qual o batismo nos conferiu! O que mais falta no mundo hoje é que as pessoas reconheçam onde estão os cristãos; não os cristãos por número, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), por pesquisa, mas onde está o testemunho de vida daqueles que seguem Cristo Jesus, onde está a diferença que faz alguém que se torna discípulo de Jesus.

Por isso a Palavra de Deus quer nos exortar à perseverança e à santidade de vida, mas sobretudo a não termos medo de testemunhar que somos seguidores de Jesus Cristo, que somos Seus discípulos, que a nossa vida é sinônimo da paixão e do amor que temos ao Evangelho e ao seguimento de Cristo Jesus.

Que nenhum desânimo, que nenhum contratestemunho e que nenhuma perseguição tirem do nosso coração o nosso amor a Cristo Jesus!

Que se multiplique não somente o número de cristãos pelo mundo, mas que se multiplique o número daqueles que são verdadeiramente apaixonados por Jesus, que são capazes de dar a vida por Ele, que são capazes de testemunhar que Jesus dá sentido e valor à nossa vida!

Deus abençoe você!


 

Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.







Liturgia Diária - 28.04.2015



 





Primeira Leitura (At 11,19-26)
Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Naqueles dias, 19aqueles que se haviam espalhado por causa da perseguição que se seguiu à morte de Estêvão chegaram à Fenícia, à ilha de Chipre e à cidade de Antioquia, embora não pregassem a Palavra a ninguém que não fosse judeu.

20Contudo, alguns deles, habitantes de Chipre e da cidade de Cirene, chegaram a Antioquia e começaram a pregar também aos gregos, anunciando-lhes a Boa Nova do Senhor Jesus. 21E a mão do Senhor estava com eles. Muitas pessoas acreditaram no Evangelho e se converteram ao Senhor.

22A notícia chegou aos ouvidos da Igreja que estava em Jerusalém. Então enviaram Barnabé até Antioquia. 23Quando Barnabé chegou e viu a graça que Deus havia concedido, ficou muito alegre e exortou a todos para que permanecessem fiéis ao Senhor, com firmeza de coração. 24É que ele era um homem bom, cheio de Espírito Santo e de fé. E uma grande multidão aderiu ao Senhor.

25Então Barnabé partiu para Tarso, à procura de Saulo. 26Tendo encontrado Saulo, levou-o a Antioquia. Passaram um ano inteiro trabalhando juntos naquela Igreja, e instruíram uma numerosa multidão. Em Antioquia os discípulos foram, pela primeira vez, chamados com o nome de cristãos.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório (Sl 86)


— Cantai louvores ao Senhor, todas as gentes.
— Cantai louvores ao Senhor, todas as gentes.

— O Senhor ama a cidade que fundou no Monte santo; ama as portas de Sião mais que as casas de Jacó. Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor.
— Lembro o Egito e Babilônia entre os meus veneradores. Na Filisteia ou em Tiro ou no país da Etiópia, este ou aquele ali nasceu. De Sião, porém, se diz: “Nasceu nela todo homem; Deus é sua segurança”.
— Deus anota no seu livro, onde inscreve os povos todos: “Foi ali que estes nasceram”. E por isso todos juntos a cantar se alegrarão; e, dançando, exclamarão: “Estão em ti as nossas fontes!”

Evangelho (Jo 10,22-30)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

22Celebrava-se, em Jerusalém, a festa da Dedicação do Templo. Era inverno. 23Jesus passeava pelo Templo, no pórtico de Salomão. 24Os judeus rodeavam-no e disseram: “Até quando nos deixarás em dúvida? Se tu és o Messias, dize-nos abertamente”.

25Jesus respondeu: “Já vo-lo disse, mas vós não acreditais. As obras que eu faço em nome do meu Pai dão testemunho de mim; 26vós, porém, não acreditais, porque não sois das minhas ovelhas. 27As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. 28Eu dou-lhes a vida eterna e elas jamais se perderão. E ninguém vai arrancá-las de minha mão.

29Meu Pai, que me deu estas ovelhas, é maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai. 30Eu e o Pai somos um”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.